Por décadas, economistas previram uma semana de trabalho mais curta. A expectativa era que, até 2030, estivéssemos trabalhando cerca de 15 horas semanais. Essa discussão remonta a décadas, mas um receio emergiu: o que aconteceria se todos tivessem mais tempo livre?
Houve um verdadeiro pânico em torno da ideia de pessoas com mais tempo de lazer. Essa preocupação, intencional ou não, moldou o cenário atual. É legítimo nos sentirmos derrotados; tudo foi feito para que fosse assim.
Após anos na indústria, testemunhamos trabalhadores dedicando seu esforço máximo sem receber a justa recompensa. O que restava era o burnout e o medo de demissões.
É fundamental que nos unamos e nos apoiemos mutuamente. Esta lista é criada por trabalhadores, para trabalhadores. Buscamos empresas que vão além do mínimo exigido: empregadores que tratam seus colaboradores como o ativo mais valioso de qualquer organização.
Queremos entregar o nosso melhor, mas para isso precisamos descansar. Precisamos de tempo para a família, para levar nossos filhos a consultas médicas sem receio, para que nossas carreiras não sejam prejudicadas ao escolhermos ter filhos. Queremos um futuro com educação para eles e qualidade de vida para nós.